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A vídeo colaboração como fator-chave na transformação das empresas
A vídeo colaboração como fator-chave na transformação das empresas

Atualmente, as empresas se veem fortemente permeadas por tecnologias de maneira que não podem mais pensar sua atuação sem elas. Isto é o reflexo de uma tendência que cresce cada vez mais nas empresas, de todos os portes, que é a de incluir o setor de TI nas tomadas de decisões. É importante que os empresários realmente entendam como esse processo pode afetar a sua organização e como a colaboração pode ajudá-los não só em termos de eficiência, mas sobretudo por transformar e agregar valor aos negócios.

A América Latina vive um momento de muita volatilidade há cerca de dois anos e meio; uma volatilidade política e também econômica. Em muitos casos, esta situação tem restringido muito o orçamento dos países e ainda mais daqueles que são muito dependentes da comercialização de suas commodities. Pelo lado da política, a instabilidade e os períodos de crises também impactam significativamente. Em resumo, não é um cenário político-econômico em si favorável a negócios se comparado a um período anterior de muita estabilidade na América Latina.

Por outro lado, para a tecnologia de colaboração, esse cenário não é totalmente desfavorável. Às vezes a crise não é necessariamente um momento negativo, podendo ser um momento de oportunidade, especialmente num mercado corporativo no qual um dos primeiros orçamentos que empresa corta é justamente o de viagem. É nesse momento que as empresas olham para as tecnologias de colaboração como soluções em potencial.

Contudo, esta não é a única razão para aproveitar os benefícios dos recursos tecnológicos de forma estratégica. Uma consequência da globalização como um todo é o fato de que as empresas estão concorrendo entre si no mundo inteiro. Isso força as empresas a buscarem soluções de eficiência.

Nesse sentido, muitas empresas olham de forma diferente para a tecnologia – como um fator de garantir competitividade, que é o valor estratégico da tecnologia. Ter ampliado o uso de vídeo, não mais e tão somente como uma aplicação para reduzir custos de viagem, torna a organização mais ágil e mais eficiente, pois entende a aplicação de vídeo como uma mudança disruptiva na própria maneira com a qual a empresa atua. Isto é o que se quer dizer quando se incentiva as empresas a avaliarem o seu "fluxo de trabalho".

A globalização obriga as empresas a buscarem na tecnologia uma solução de inovação, um diferencial. Nessa direção, a videoconferência está no centro da agenda da transformação digital, modificando os processos para que as organizações sejam sustentáveis a longo prazo.

Pierre Rodríguez, vice-presidente da Polycom para América Latina e Caribe.

Fonte: Por Pierre Rodríguez via Converge.com