Seguradora diferencia Experiência do portador do cartão Visa com carteira digital embarcada em múltiplas plataformas de pagamentos móveis

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Com implementação em tempo recorde sobre uma infraestrutura já existente na companhia, seguradora amplia opções de uso do seu cartão, e sai na frente na oferta de benefícios a diferentes segmentos do público que valorizam a riqueza de serviços digitais

Conforme uma pesquisa da consultoria Bond Brand Loyalty sobre cartões co-branded da Visa, a experiência de uso pesa tanto ou mais do que as recompensas na preferência do cliente. Nesse contexto, uma das maiores seguradoras do país tem como eixo de sua estratégia para emissão de cartões a possibilidade de pagamentos por NFC, nas várias modalidades de carteira digital.

Enquanto importantes  bancos emissores levaramalguns meses para disponibilizar seus cartões em uma nova carteira digital, a First Tech teve apenas um mês para implementar as integrações entre as plataformas do emissor, da carteira digital e os recursos de VTS (Visa Token Service). A campanha de marketing sobre a nova alternativa de pagamento foi divulgada durante o processo de provisionamento, o que tornava o prazo de implementação inexorável.

Benefícios ao cliente e à cadeia de valor

Além do foco em inovação digital e na experiência do usuário como base da estratégia de aumento de market share e volume de negócios, o projeto de expansão do suporte a carteiras digitais conjuga ganhos para os players diretamente envolvidos, assim como para todo o ecossistema de estabelecimentos e consumidores:

Habilitação de pagamentos por aproximação sem “tombamento” – em vez de trocar o plástico para usufruir dos pagamentos por aproximação, o cliente embarca o cartão em uma mídia que já possui, está sempre com ele e conta com nível superior de segurança e praticidade.

Preservação e alavancagem do investimento – devido à especialização e experiência das equipes de desenvolvimento da First Tech com os métodos da carteira digital, da rede de pagamento e do emissor, foi possível fazer a implementação em um HSM de uso genérico, que já servia a outras aplicações da companhia, sem a necessidade de Capex em um novo hardware.

Gestão coesa – em cada carteira virtual o cartão se apresenta de um jeito (com tokens específicos), mas tanto o titular quanto o emissor podem gerenciar de forma unificada tudo que acontece com o cartão nos diferentes contextos de pagamentos, para definir políticas de relacionamento e benefícios, por exemplo.

Habilitação de negócios inovadores – ao substituir o número do cartão por um validador amarrado ao contexto de pagamento, com um “número virtual” específico para cada dispositivo ou tipo de transação, a tokenização mitiga os maiores focos de risco nas cadeias de pagamento (de vazamento de números de cartão) e libera a criação de modelos de negócio com risco minimizado.

Relevância, conveniência e percepção de inovação – além de atender no tempo certo da oportunidade a uma demanda valorizada pelo público-alvo da nova alternativa de pagamento, a velocidade para se alinhar às mais recentes tendências do mercado, e ainda conseguir agregar diferenciais, geram engajamento e perspectivas de manter e aprofundar o relacionamento por parte de consumidores.

Segurança e compliance simplificadas e eficazes – enquanto a tokenização, a autenticação biométrica, a validação do dispositivo e outros mecanismos minimizam os riscos do lado do portador, o número do cartão não circula e, portanto, tem 0% de chance de interceptação.

Redução do escopo de segurança e compliance – na base de dados do varejista, no terminal de pagamento ou no próprio bolso do titular, é impossível ver o número do cartão, o que torna praticamente inócuo qualquer tentativa de roubo de informações financeiras.

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